Uma pessoa ganhou uma pulseira formada por pérolas esféricas, na qual faltava uma das pérolas. A figura indica a posição em que estaria faltando esta pérola.

Ela levou a joia a um joalheiro que verificou que a medida do diâmetro dessas pérolas era 4 milímetros. Em seu estoque, as pérolas do mesmo tipo e formato, disponíveis para reposição, tinham diâmetros iguais a: 4,025 mm; 4,100 mm; 3,970 mm; 4,080 mm e 3,099 mm.
O joalheiro então colocou na pulseira a pérola cujo diâmetro era o mais próximo do diâmetro das pérolas originais.
A pérola colocada na pulseira pelo joalheiro tem diâmetro, em milímetro, igual a
- A
3,099.
- B
3,970.
- C
4,025.
gabarito - D
4,080.
- E
4,100.
Resolução
Chamando de d1, d2, d3, d4 e d5 os módulos das diferenças, em milímetros, entre os diâmetros das pérolas disponíveis e da pérola que está faltando, temos:
d1 = | 4,025 – 4 | = 0,025
d2 = | 4,100 – 4 | = 0,1
d3 = | 3,970 – 4 | = 0,03
d4 = | 4,080 – 4 | = 0,08
d5 = | 3,099 – 4 | = 0,901
Sendo a que mais se aproxima do diâmetro da pulseira do joalheiro a pérola cujo diâmetro é d1, haja vista que é a menor variação obtida dentre todas as analisadas.