TEXTO I

TEXTO II
Nas ruas, na cidade e no parque
Ninguém nunca prendeu o Delegado. O vaivém de rua em rua e sua longa vida são relembrados e recontados. Exemplo de sobrevivência, liderança, inteligência canina, desde pequenininho seu focinho negro e seus olhos delineados desenharam um mapa mental olfativo-visual de Lavras. Corria de quem precisava correr e se aproximava de quem não lhe faria mal, distinguia este daquele. Assim, tornou-se um cão comunitário. Nunca se soube por que escolheu a rua, talvez lhe tenham feito mal dentro de quatro paredes. Idoso, teve câncer e desapareceu. O querido foi procurado pela cidade inteira por duas protetoras, mas nunca encontrado.
COSTA, A. R.N. Viver o amor aos cães: Parque Francisco de Assis. Carmo dó Cachoeira; Irdin, 2014 tadaptado).
Os dois textos abordam a temática de animais de rua, porém, em relação ao Texto I, o Texto II
- A
problematiza a necessidade de adoção de animais sem lar.
gabarito - B
valida a troca afetiva entre os pets adotados e seus donos.
- C
reforça a importância da campanha de adoção de animais.
- D
exalta a natureza amigável de cães e de gatos.
- E
promove a campanha de adoção de animais.
Resolução
O texto II, principalmente no trecho ''tornou-se um cão comunitário. Nunca se soube por que escolheu a rua, talvez lhe tenham feito mal dentro de quatro paredes'' conta o caso de um cachorro que não possuía dono, demonstrando uma possibilidade de sobrevivência do animal, a despeito da falta de adoção, indo num viés contrário ao texto I, assim, problematizando a necessidade de adoção.